Agora preciso de tua mão. Não para que eu não tenha medo, mas para que tu não tenhas medo. Sei que acreditar em tudo isso será, no começo, a tua grande solidão. Mas chegará o instante em que me darás a mão, não mais por solidão, mas como eu agora:
Por amor.
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Se não gostar, tudo bem. Apenas respeite. Porque até eu tive que aprender a me respeitar.